Internet e as crianças. Guia para uma utilização responsável – Blog Pisamonas

A Internet e as crianças!

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24 de Fevereiro de 2014
Internet e as crianças Guia para uma utilização responsável! Uma das maiores criações massivas de intercâmbio de informação e de abertura ao mundo a qualquer pessoa a partir de um computador ou telemóvel é, sem dúvida, a Internet. A rede de redes é uma faca de dois gumes para as nossas crianças e adolescentes, que nascidos já num contexto puramente digital e virtual, usam este meio para se relacionarem socialmente ou acederem a todo o tipo de informação que a sua curiosidade lhes desperte. Proibir-lhes o acesso ou a participação em redes sociais, chats, ... etc., não é o mais acertado, uma vez que é algo que está integrado na vida de todos e, muito especialmente, na deles; mas sim, podemos educá-los para um bom uso da tecnologia e, claro, supervisionar os seus históricos de navegação, chat e correio electrónico.  Quando é que se pode registá-las nas Redes Sociais? Oficialmente até aos 13 anos não se pode ser membro de nenhuma rede social, mas hoje em dia os pedidos das nossas crianças e pré-adolescentes começam a surgir a partir dos 11 ou 12 anos. Neste momento, a primeira coisa a fazer é explicar-lhes o significado de pertencer a uma rede social e adverti-lo de que não publique demasiadas fotografias e que se limite ao seu círculo de amigos, sem adicionar ninguém que não conheça e muito menos fornecer dados pessoais. O melhor é fazerem conjuntamente o registo, escolhendo entre os dois o utilizador, uma palavra-passe complexa e configurando a privacidade. O tempo de conexão deve ser controlado e acordado - não se pode deixar ao critério da criança. É preferível fazê-lo assim de forma conjunta em vez de o negar, especialmente se os seus amigos já são membros, uma vez que, mais tarde ou mais cedo e às escondidas dos pais, criará um perfil com a ajuda de algum amigo. Como podemos supervisionar a sua utilização? O primeiro trabalho dos pais será compreender que o uso da Internet por parte das crianças deve ter uma componente educativa e não ser vista como uma ameaça, uma vez que é uma ferramenta básica para o desenvolvimento profissional e pessoal. Se lhe transmitirmos esta visão da Internet, a criança não a associará a algo proibido. Se se trata de crianças menores de 12 anos, o melhor é que o computador esteja num lugar onde possamos ver onde navegam, como se movem na rede e as buscas que fazem, sem termos a necessidade de estar em cima deles. Para além disso, os softwares dos sistemas operativos têm ferramentas integradas específicas de controlo parental, nas quais se pode bloquear o acesso a páginas de conteúdo de adultos ou a de outras temáticas que considere que não devem pesquisar. Em termos gerais, a melhor protecção que lhes podemos dar é a educação e a informação, advertindo-os, não só sobre os tipos de assédio de que podem ser vítimas se partilham informação íntima, como também sobre os perigos dos hackers ou vírus. Aprender e partilhar a tecnologia que usam e a sua linguagem às vezes incompreensível, evitará a distância que para eles se traduz em “os meus pais não entendem” e jogará a nosso favor. Quer estar envolvida na vida dos seus filhos? Eduque em vez de proibir; juntos irão longe! :-)
Posted in: Notícias PT
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