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SOS tenho um filho adolescente!

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  SOS tenho um filho adolescente 

Sete conselhos para lidar com os seus filhos nessa idade tão complicada... Experimente!

Todos passámos por esta fase e, com maior ou menos detalhe, conseguimos lembrar-nos das alterações físicas e psicológicas que atravessámos e como é que foi a nossa atitude com os nossos pais e com as nossas responsabilidades, como os estudos, a ordem … e a convivência familiar.

O nosso filho pode tornar-se numa caixa de surpresas, uma vez que não sabemos como vai lidar com esta etapa. Se já é mãe ou pai de um adolescente ou está no momento “pré”, tome nota destes conselhos básicos para comunicar melhor com eles e para os entender. 

Ter sempre em conta…

1- Perante uma atitude desafiante ou desagradável para com os outros, não reaja como algo pessoal.

Ainda é cedo, e apesar de acreditarem que já são muito crescidos, as suas aptidões sociais não estão suficientemente desenvolvidas para lidar com os outros de uma forma adequada, nem com os da sua idade, nem e muito menos com os adultos.

Frequentemente o seu comportamento pode ser agressivo. Não se ponha à altura dele; você é o adulto. Com uma resposta assertiva, em vez de imperativa, chamá-los-á à razão. 

2- Treinar afincadamente o nosso autocontrolo várias vezes ao dia..

Tanto ao nível das nossas reacções físicas como dos nossos pensamentos e palavras. Lembre-se que a linguagem não verbal, gestual, é por vezes mais importante que a verbal. Se gritar com ele, a atenção do seu filho ao que lhe está a dizer baixará para zero.

3- Quando falar com ele, tente ver o mundo como um adolescente, ou seja, seja empático.

Coloque-se no lugar dele, com as características pessoais do seu filho, não com as suas.

4- As normas, regras e soluções dos adultos não servem para os problemas de um adolescente.

Na medida do possível, respeite a sua maneira de fazer as coisas. Ele terá que aprender com os seus erros, terá que tomar as suas decisões, certas ou erradas, terá de viver fracassos nas amizades ou nos amores… é desta forma que todos temos aprendido e amadurecido.

5- Cada um requer um tratamento diferente.

Pode ser que tenha uma filha muito aberta e que lhe conte praticamente tudo de um modo proactivo e um filho que seja muito calado e reservado, que passe horas a ouvir música ou a ler.

Partilhe com ele estes gostos e, por exemplo, vá com ele comprar livros. Será uma boa ocasião para falar com ele e ele dará muito valor por se interessar pelos seus gostos. Desta forma, fomentará uma comunicação mais aberta com o seu filho.

6- Agradeça-lhe quando ele partilha consigo algumas das suas preocupações.

Demonstre que aprecia o seu esforço com frases como: “obrigado por me contares isto”, “sei que deve ter sido difícil falares sobre isto”, “fico feliz que fales comigo quando estás preocupado”.

7- Ponha de lado a “programação de conversas” 

Devemos ser acessíveis e estar disponíveis no momento adequado, e ainda que pareça egoísta, será ele que decidirá quando é esse momento.

E como receita básica uma dose de empatia, senso comum e muito amor, temperado com respeito pela sua privacidade, escuta activa, regras consensuais, críticas mas também elogios e, sobretudo, levá-lo a sério - por muito mundano que nos pareça o que nos conta, para ele é um mundo, o seu mundo.

Para a sobremesa, a nossa proximidade e afecto incondicional, independentemente dos seus sucessos e do seu comportamento. Abrace-o, beije-o… é indiferente a idade que ele tenha. Diga-lhe que o ama.

Que sejam felizes, é importante, é o nosso objectivo como pais!

Posted in: Notícias PT
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